Bagaço de uva passa de resíduo a activo industrial

Compostos fenólicos extraídos de bagaços (casca e semente) de uvas plantadas no Brasil tiveram êxito em retardar a oxidação lipídica da carne de frango processada mantida sob refrigeração segundo uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP de Piracicaba. A oxidação lipídica é a segunda principal forma de deterioração da carne de frango resfriada ou congelada, altera o sabor característico  da carne e gera um odor desagradável que afecta o consumo. O bagaço de uva é mais barato que o antioxidante sintético e deixa de ser um resíduo para se assumir como produto com maior valor e utilidade industrial. Fonte: AgroSoft 

Filed in: Desperdício, Agronegócio, Inovação

by: pedro

No Comments

Lean: Gerar lucros e acabar com o desperdício

Lean Manufacturing, fabricação limpa ou Sistema Toyota de Produção,  criado inicialmente para a indústria automobilística, no Japão, visa acabar com o inimigo número um das fábricas bem–sucedidas: o desperdício. Em Santa Catarina, empresas como a centenária Karsten recorreram ao sistema Lean. No primeiro ano de adopção do modelo Toyota, a terceira maior têxtil do Brasil voltou a obter crescimento, apesar de, no ano anterior, ter registado o maior prejuízo da sua história. Conselhos Práticos/OBV

Filed in: Desperdício, Boas Práticas

by: pedro

No Comments

Certificado de Desempenho Energético obrigatório a partir de Julho

A partir do dia 1 de Julho, todos os pedidos de licenciamento ou autorização de edificação apresentados estarão sujeitos à atribuição de um Certificado de Desempenho Energético. O objectivo é o de melhorar a eficiência energética dos edifícios e contribuir para o combate às alterações climáticas.  Estudos indicam que os edifícios são responsáveis pelo consumo de aproximadamente 40% da energia final na Europa. As novas medidas podem reduzir anualmente 400 milhões de toneladas de CO2 - quase a totalidade do compromisso da União Europeia no âmbito do Protocolo de Quioto. A atribuição deste certificado permitirá informar os proprietários, compradores e arrendatários sobre a eficiência energética e os consumos de energia esperados numa utilização normal do edifício. Medidas de melhoria de desempenho, com viabilidade económica, que o proprietário pode implementar para reduzir as despesas energéticas são vantagens adicionais. Fonte: Mundo Português

Filed in: Energia, Tecnologias, Desperdício, Tendências

by: pedro

No Comments

Brasil: Indústria e supermercados querem reduzir desperdício de sacos de plástico

As associações de supermercos arrancaram com uma campanha nacional para tirar de circulação 5,5 mil milhões/bilhões de sacos de plástico, ou seja 30% do consumo. No Brasil, o total chega a 18 mil milhões/ bilhões de unidades/ano. O programa  pretende  aumentar a resistência dos sacos de plástico para que possam suportar até seis quilos cada um. Desta forma, o objectivo é diminuir significativamente a quantidade em circulação. Os fabricantes também terão vantagens com esta mudança. Os sacos passarão a ser fabricados de acordo com a norma da ABNT 14 937, que certifica a resistência do produto. Os sacos passarão a conter informação sobre o peso que suportam. O objectivo é certificar os 12 maiores fabricantes, que representam 75% da oferta aos supermercados.  Fonte: Ambiente Já

Filed in: Desperdício, Ambiente, Normas

by: pedro

No Comments

Inglaterra: O desperdício de comida é “estarrecedor”

Por ano, 3,6 milhões de toneladas de comida são desperdiçadas na Inglaterra, segundo dados de uma pesquisa realizada pelo Programa de Ação de Gastos e Recursos (Wrap, sigla original em inglês). De acordo com as informações levantadas, saladas, frutas e pães são os itens mais “despejados” e 60% deles, sem terem sido consumidos. O programa analisou 2.138 famílias.  Joan Ruddock, ministra britânica do Meio Ambiente, declarou que a quantidade de comida desperdiçada é “estarrecedora”, principalmente em um período de escassez de alimentos mundial. A pesquisa indicou que a maioria dos produtos que foram jogados fora poderiam ter sido consumidos se fossem melhor estocados ou manuseados, e não largados no prato. Fonte: SRZD

Filed in: Desperdício

by: pedro

No Comments

Portugal: Mais informação ao consumidor para melhorar eficiência energética

A entidade reguladora dos serviços energéticos (ERSE) quer reforçar a informação ao consumidor, contribuindo para melhorar a eficiência energética. A ERSE lançou hoje o programa do consumidor de energia 2008-2009 que visa fornecer aos consumidores informação descodificada que lhe permita alterar o seu comportamento e fomentar a mudança. O preço de per si é insuficiente para promover comportamentos sustentáveis na utilização de energia. Instrumentos complementares, focados na procura, vão passar a ser usados para que induzam alterações nos comportamento dos consumidores, disse um responsável do regulador. Fonte: RTP

Filed in: Energia, Desperdício, Boas Práticas, Melhoria Contínua

by: pedro

No Comments

Brasil: Desperdício de água nas capitais serveria 38 milhões de pessoas

O desperdício diário de água potável nas capitais brasileiras equivale a 2.500 piscinas olímpicas (em média 2,5 milhões de litros de água). A perda de cerca de seis bilhões de litros – o suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas – acontece entre a retirada dos mananciais e a chegada às torneiras. Os números fazem parte de um relatório do Instituto Sócio-Ambiental (ISA), que traça um panorama do alcance de sistemas de saneamento básico e do volume de desperdício de águas no país. Fonte: JC Online 

Filed in: Desperdício

by: pedro

No Comments

Brasil: Banco Mundial defende licenciamento ambiental mais barato para hidroeléctricas

Os custos directos e indirectos do licenciamento ambiental para a construção de uma hidroeléctrica podem chegar a 20% do orçamento total da obra. Além do custo, a falta de clareza entre as atribuições de gestores ambientais estaduais e federais, e a má-qualidade dos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) também restringem os investimentos. O diagnóstico é do Banco Mundial e faz parte do relatório “Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Hidrelétricos no Brasil: Uma Contribuição para o Debate.” Fonte: Agência Brasil 

Filed in: Energia, Desperdício, Estudos

by: pedro

No Comments

Portugal: Plano de Eficiência Energética continua a ter «deficiências graves»

A Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus) considera que o Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), que esteve em discussão pública até ao dia 21 de Março, continua a ter «deficiências graves do ponto de vista estrutural». A Quercus defende assim que este Plano está «demasiado sintético, não se percebendo algumas das medidas apresentadas por falta de apoio de texto escrito; que não se percebe quais as medidas que já estão em vigor e as que são novidade; e que não se percebe que medidas decorrem de outros Planos e Programas em vigor e quais são introduzidas pelo PNAEE». E acrescenta: «Os montantes em causa afectos ao Plano ficam muito aquém daquilo que nos parece possível mobilizar». Fonte: Agência Financeira

Filed in: Energia, Desperdício, Ambiente, Indústrias

by: pedro

No Comments

Dicas: A qualidade dos produtos e o prazo de validade

conferir sempre prazos de validade e tomar precauçõesOs especialistas em engenharia da alimentação afirmam que ninguém deverá morrer ao comer artigos que ultrapassaram curtos prazos de validade. 

Tal prazo, nos alimentos, impresso obrigatoriamente nas embalagens,  é definido por uma estimativa de tempo, em testes de “vida na prateleira”, elaborados pelo próprio fabricante. A engenheira de alimentos Eliana Relvas, consultora que presta serviços para grandes supermercados e distribuidoras alimentares, sustenta que ”um produto até pode estar adequado para consumo depois de ultrapassado” o seu prazo de validade. Porém, acrescenta, começam a perder as características originais - sabor, cor e odor -  e dá dicas:

1) Adquirir embalagens menores; 2) fazer compras a cada 15 dias; 3) Farináceos, grãos, pós ou café são mais resistentes ao tempo (mas têm validade); 4) Sacas de café que podem ficar até 20 anos armezadas (pelo Governo Federal), não se estragam, mas o produto é misturado com grãos mais novos, para ter mais (alguma) qualidade;  5) Guardar os alimentos de forma correcta ajuda o prazo de validade a permanecer seguro; 6) Perecíveis devem ir para  o frigorífico; 7) Produtos com menor quantidade de água e gordura na composição podem ir para o armário, em embalagens próprias ou  caixas herméticas. Eis alguns exemplos de períodos seguros:

Farináceos - 6 a 12 meses; Produtos em embalagem longa-vida - 3 a 12 meses; Enlatados - 12 a 24 meses; Alimentos à base de margarina - 8 meses/depois de abertos 10 dias; Iogurte fechado - 1 mês/ depois de aberto 5 dias; Requeijão - 2 meses/depois de aberto 8 dias).

Fonte: Folha Online

Filed in: Defesa do Consumidor, Desperdício, Boas Práticas, Qualidade

by: pedro

No Comments