China: “Design” americano causa defeitos nos brinquedos da Mattel, diz governo

Brinquedos recolhidos pela Mattel - maior fabricante/distribuidor mundial

China acusa importadores de difamar produtos chineses 

O “design” norte-americano está na origem da retirada do mercado da maioria dos milhões de brinquedos da Mattel feitos na China, e não a produção chinesa, acusou hoje o presidente da entidade reguladora chinesa de segurança e qualidade. Dos cerca de 20 milhões de brinquedos que a Mattel retirou dos mercados globais, 85 por cento apresentavam “designs” problemáticos desenvolvidos nos Estados Unidos, assegurou hoje, em conferência de imprensa, Li Changjiang, director da Administração-Geral de Qualidade, Supervisão, Inspecção e Quarentena (AQSIQ).

“Eu próprio vi alguns dos brinquedos que apresentam sérios problemas de ‘design’ e são altamente perigoso para as crianças. Este género de brinquedos seriam retirados do mercado em qualquer país”, considerou Li. Antes, o dirigente chinês apontara o proteccionismo dos países importadores e o seu interesse em difamar a qualidade dos produtos chineses como as verdadeiras causas dos alegados problemas de insegurança dos produtos “made in China”

Fonte: Público/Lusa

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by: pedro

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Espanha: 3 mil milhões de euros para comprar créditos de carbono

Espanha está no mercado dos créditos de carbono - 3 mil milhões de euros para comprar certificados

Poluição espanhola abre oportunidades para o Brasil 

Cumprir as metas previstas no Protocolo de Quioto sobre alterações climáticas vai custar a Espanha entre dois mil milhões e três mil milhões de euros, estima o secretário-geral para a Prevenção das Alterações Climáticas. O dinheiro será investido na compra de direitos de emissão de toneladas de carbono, noticia o “El Mundo” online.

Segundo as estimativas do responsável, Espanha terá de comprar todos os anos direitos de emissão sobre 66 milhões de toneladas de dióxido de carbono. A estimativa de Arturo Gonzalo Aizpiri diz respeito aos cinco anos do período de cumprimento do Protocolo de Quioto (2008 a 2012).

Fonte: Público

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Brasil: Empresas terão que publicar balanço de 2010 no padrão internacional

IASB - Logótipo

Contadores - Atenção às recomendações da CVM para 2010

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) advertiu as empresas brasileiras para o cumprimento de uma norma segundo a qual, a partir do exercício social findo em 2010, as companhias abertas brasileiras terão de publicar suas demonstrações contábeis consolidadas usando o padrão internacional de contabilidade emitido pelo International Accounting Standards Board (IASB). As normas e especificações técnicas são descritas detalhadamente na Instrução nº 457, da CVM. A norma aplica-se apenas ao balanço consolidado das empresas cotadas em Bolsa.

Fonte: O Globo

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EUA: Siderurgias querem manter proteccionismo à industria nacional

Forno siderúrgico nos EUA Cartoon australiano contra as barreiras tarifárias ao aço estrangeiro Siderurgia da US Steel

Comerciantes e consumidores querem acabar com tarifas aduaneiras

As siderúrgicas norte-americanas e os defensores no Congresso exigiram esta semana que a Comissão de Comércio Internacional do país mantenha as tarifas de importação sobre aço laminado a quente vindo de China, Índia e oito outras nações. “É crítico que essas regras sejam preservadas”, afirmou Terry Straub, vice-presidente sênior para políticas públicas e assuntos governamentais da U.S. Steel.

Contrariamente, as empresas consumidoras de aço, incluindo as 1 200 companhias membros da associação para a produção de metais de precisão, pediram a remoção das tarifas arguentado que o sector não precisa de mais de proteção. Perante isto, a comissão do Congresso deve tomar uma decisão até ao final da semana.

Fonte: Reuters

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Brasil: Nova norma para redução de gases poluidores vai dinamizar mercado dos créditos de carbono

Créditos de Carbono + Normas NBR/ISO 14064 = $$$$$$$$$  Créditos de Carbono - Leilão em Chicago  Certificação alemã conforme norma NBR/ISO 14064

 

Novas normas “limpas” = Mais oportunidades para negócios “verdes” 

 

A certificação deve ser disponibilizada até final de setembro e ajudar empresas a calcular as emissões de carbono. Está prevista para a mesma data a publicação de uma norma brasileira focada no impacto dos gases de efeito estufa - a NBR 14064. Versão nacional da certificação ISO 14064, lançada no ano passado pela Organização Internacional para Padronização (ISO, na sigla em inglês), a nova norma integra a já famosa família das ISO 14000, que estabelecem regras para uma gestão ambiental de qualidade.

“A norma pretende contribuir para que as organizações possam calcular, de forma única e globalizada tanto suas emissões quanto a absorção de carbono”, explica Haroldo de Lemos, presidente do Conselho Técnico da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e superintendente do Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental (CB38).

Os efeitos que a nova norma terá na comercialização dos créditos de carbono são evidentes. Nesse sentido, a ISO 14064 terá a função de ensinar organizações públicas e privadas a calcular o impacto ambiental ocasionado pelo lançamento de gases de efeito estufa, a procurarem uma auditoria externa - regulamentada pela irmã 14065 - e, por fim, a criarem e manterem projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL), que minimizam impactos e quitam uma dívida da empresa com o meio ambiente.

A aceleração do processo normativo assenta igualmente nos pressupostos da agenda das mudanças climáticas. Nos últimos anos, a acção do Painel Intergovernamental para a Mudança do Clima (IPCC)  bem como acordos como o Protocolo de Kyoto transformaram uma mera tendência, no princípio do século XXI, numa verdadeira prioridade à escala planetária.

 

Fonte: Gazeta Mercantil/Revista IdéiaSocial

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Brasil: Algodoeiros do MT criam selo para garantir direitos trabalhistas

Algodão no MT

Produtores com responsabilidade social 

O Instituto Algodão Social (IAS) lançou um selo para garantir a origem socialmente responsável do algodão produzido no Mato Grosso. O objetivo é mostrar ao mercado interno e externo que os produtores da região não estão utilizando mão-de-obra infantil ou escrava.

“A Ampa [Associação Mato-Grossense de Produtores de Algodão, criadora do IAS] está saindo na frente para atender às exigência do comércio internacional. Países desenvolvidos, como França Itália, Inglaterra e Estados Unidos, querem um certificado de boas práticas sociais”, afirma Félix Balaniuc, diretor executivo do Instituto.

A pressão internacional começou depois que fiscalizações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) encontraram graves irregularidades trabalhistas em várias fazendas do Mato Grosso, inclusive trabalho análogo à escravidão, fazendo com que alguns produtores fossem incluídos na “lista suja” do trabalho escravo. Nessa relação figuram empregadores que utilizaram esse tipo de mão-de-obra em suas empresas.

Fonte: Repórter Brasil

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Brasil: Oaci vai auditar o tráfego aéreo brasileiro

OACI-Logótipo

OACI-Auditores independentes de tráfego aéreo internacional

A Aeronáutica, antecipando-se ao Ministério Público do trabalho (MPT),  já solicitou  à Organização de Aviação Civil Internacional (Oaci) a realização de uma auditoria independente no setor de tráfego aéreo, informou ontem (12) o diretor geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), major brigadeiro-do-ar Ramon Borges Cardoso.

O D-G da Decea recebeu de procuradores do MPT de Brasília e do Rio de Janeiro relatórios apontando causas e propondo soluções para  a superação dos problemas no tráfego aéreo acrescentando a Aeronáutica está formando auditores, “para que a gente possa acompanhar e responder exatamente o que eles querem em cada um dos anexos”.

O processo completo só deverá ocorrer em 2009, mas a auditoria sobre a segurança operacional será feita já em 2008, explicou. O major brigadeiro-do-ar acrescentou que cada auditoria costuma durar seis meses, seguindo-se a apresentação dos problemas existentes no país, ao qual é dado prazo para resposta. Depois disso, os auditores internacionais retornam para inspecionar se as deficiências foram sanadas.

Segundo Ramon Cardoso, a Oaci não poderia antecipar a auditoria, porque isso implicaria cancelamento da visita a outros países: “Os 11 países com maior presença mundial no tráfego aéreo têm maior peso do que os 178 membros restantes da organização”. E a Organização “é cautelosa ao tomar decisões”. O Brasil paga cerca de US$ 1,8 milhão por ano para integrar a Oaci, que tem 40% de seu orçamento sob responsabilidade dos Estados Unidos.

Fonte: Agência Brasil

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