O presidente da Associação das Empresas Portuguesas para o Sector do Ambiente (Aepsa) acusou hoje o governo de estatizar o sector e de utilizar o Grupo Águas de Portugal (AdP) como “um instrumento político”. “Tem havido uma estatização total do sistema por parte do Estado, que tem levado a que as regras da concorrência acabem completamente esquecidas e que as nomeações e resultados de concursos sejam sempre estabelecidas por razões políticas”, disse em declarações à Agência Lusa o presidente da Aepsa, João Quinhones Levy. As declarações de João Quinhones Levy surgem no mesmo dia em que o Tribunal de Contas divulgou uma auditoria que considera que o Grupo AdP vive uma situação económico-financeira “débil”, afirmando mesmo que há empresas em “risco iminente” e que urge uma reestruturação imediata do sector.
A Campanha Nacional da APCER, intitulada “Certificar para Ganhar o Futuro”, iniciada em 2007, vai promover este ano um conjunto de seminários em vários distritos do país. O primeiro realiza-se na próxima semana no Nercab em Castelo Branco. O Nercab abraçou o desafio e certificou os Sistemas de Gestão Integrados Qualidade, Ambiente e Segurança, segundo os referenciais ISO 9001:2000, ISO 14001:2004 e NP 4397:2001/OHSAS 18001:1999. A participação é gratuita. Os interessados deverão formalizar a sua presença junto da associação empresarial. A acção vai contar com diferentes intervenções da APCER - A Qualidade como Factor de Competitividade para a Região; Certificar para Ganhar o Futuro, Auditorias: Uma visão prática. O programa inclui testemunhos de duas empresas certificadas da região que se revelaram casos de sucesso: Dinefer – Engenharia e Sistemas Industriais, SA e Bitzer – Compressores para Frio, SA. Fonte: Reconquista
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Imagens detalhadas e actualizadas de todo o território português estão já disponíveis na Internet (em maps.live.com), para acesso gratuito de qualquer pessoa e para uso da administração central do Estado. O serviço resulta de um acordo formalizado, em Lisboa, entre a Microsoft e o Instituto Geográfico Português (IGP). Fonte: Público
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O relatório sobre competitividade do sector do turismo e viagens, divulgado hoje pelo Fórum Económico Mundial (FEM), coloca Portugal no 15º lugar, num total de 130 países, onde a Suíça, a Áustria e a Alemanha ocupam os lugares cimeiros. É na qualidade dos recursos humanos, culturais e naturais que Portugal se destaca, ocupando, nestes indicadores, o 11º lugar. Fonte: Público
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Danuta Hübner, Comissária europeia responsável pela Política Regional, e Fernando Teixeira dos Santos, ministro das Finanças português, assinaram hoje um contrato de confiança que visa garantir a qualidade do trabalho das autoridades de Portugal na auditoria aos programas do período de 2000-06. A Comissão exprimiu desta forma a sua confiança no trabalho de auditoria das autoridades nacionais. O contrato de confiança garante o trabalho realizado pela autoridade portuguesa responsável pelas auditorias, a Inspecção-Geral de Finanças, para verificar as despesas declaradas à Comissão nos programas co-financiados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e pelo Fundo de Coesão durante o período de programação de 2000-2006. Fonte: Região Sul
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A reforma implica o arranque de 16 mil hectares de vinha para anular o produto final de baixa qualidade, valorizando a competitividade e qualidade das novas produções nos mercados interno e global. As regiões da Estremadura e das Beiras, com apreciáveis índices de competitividade e de qualidade certificada, deverão melhorar na afirmação da identidade regional. As actuais 18 comissões de vinicultura passarão a 7, em 2008. As cooperativas que não aceitarem ser certificadas pelas novas comissões vitivinícolas não beneficiarão dos 71 milhões de euros. Cabe agora o ministro da Agricultura, Jaime Silva, a tarefa de convencer todas as comissões de viticultura a promoveram a concentração empresarial do sector. Este é um passo essencial para ganhar massa crítica e dimensão, sem as quais é difícil competir nos mercados mais dinâmicos e com melhores taxas de crescimento. Fonte: TVI
A Certificação de acordo com os referenciais QS 9000:1998 ou ISO TS 16949:2002 é uma pré-condição para a inclusão de uma organização nas listas de fornecedores regulares dos fabricantes de automóveis. O mercado requer a adopção de Sistemas de Gestão da Qualidade orientados para a melhoria contínua, para a redução da variação e do desperdício bem como para a ênfase na prevenção de defeitos, numa perspectiva global e ao longo de toda a cadeia de valor.
Suportados nas normas ISO 9000, foram definidos os requisitos específicos associados à competência, consciencialização e formação dos colaboradores, à concepção e desenvolvimento de produtos, à produção e fornecimento do serviço e às actividades de medição, monitorização, análise e melhoria. A APCER disponibiliza a Certificação ISO TS 16949:2002 em parceria com organismos certificadores da rede IQNet. Vantagens: A satisfação de pré-requisitos para fornecimento de produtos e/ou serviços aos fabricantes de automóveis; A concretização de vantagens competitivas efectivas para as organizações que pretendam estabelecer relações duradouras com os fabricantes de automóveis ou seus fornecedores; A implementação sistemática, integrada e coerente de ferramentas e procedimentos orientados para as especificidades do sector automóvel.
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Portugal foi o sexto beneficiário da União Européia em termos relativos em 2006, recebendo de Bruxelas uma verba equivalente a 2,44% da riqueza do país, revelou o relatório anual divulgado pela Comissão Européia (braço executivo da UE), citado pela agência Lusa. Portugal foi o nono maior beneficiário em termos absolutos, em 2006, com 3,6 biliões de euros , equivalentes a 3,7% do total dos 106,6 bilhões de euros distribuído em 2006. Portugal classificou-se em 6.º lugar em percentagem do PIB (2,68% da riqueza do país). Cerca de 70% das verbas recebidas, equivalentes a 2,5 bilhões de euros (1,7% do PIB) foram aplicadas em acções estruturais, destinadas ao crescimento económico e ao emprego. Portugal foi o 3.º “melhor aluno” da UE no aproveitamento dos fundos estruturais, com uma taxa de execução de 82% (superada apenas pela Irlanda e Áustria). A agricultura ocupou o segundo lugar (26,2% dos fundos/951 milhões de euros).

