O governo português considera a instalação de dispositivos electrónicos nas matrículas um procedimento automático de fiscalização que “constituirá um instrumento fundamental para o incremento da segurança rodoviária, preventiva e reactiva e, consequentemente, para a diminuição da sinistralidade automóvel”. O governo classifica o chip como uma “mais-valia” para a gestão e monitorização do tráfego. Sobre a privacidade, o governo assegura o respeito pelas “normas constitucionais e legais estabelecidas” e garante que o sistema não põe “em causa a salvaguarda do direito à privacidade dos proprietários e utilizadores de veículos automóveis.” Fonte: i-gov
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