Consumidores urbanos devastam Amazônia

A devastação da Amazônia pode estar embutida em produtos simples, utilizados no dia-a-dia de milhões de brasileiros. O consumo de carne, peças de carros, óleos vegetais, material para construção e até mesmo arroz acaba terminando em desmatamento, trabalho escravo, grilagem de terras e poluição dos rios. O alerta foi lançado num estudo do Movimento Nossa São Paulo e do Fórum Amazônia Sustentável. Os pesquisadores acompanharam a rota de várias matérias-primas, produzidas de forma ilegal até chegarem às prateleiras do comércio paulistano, para entender o papel das grandes urbes, como a cidade de São Paulo, na evolução da floresta amazônica. Fonte: Globo

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by: pedro

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Instituto da Água quer reduzir para 20% desperdício nas localidades

Cerca de 40% da água para consumo que chega ao meio urbano é desperdiçado, mas o Instituto da Água (INAG) quer reduzir a metade esse valor, disse o presidente daquele organismo. Orlando Borges afirmou, num encontro luso-brasileiro sobre recursos hídricos realizado em Lisboa,  que o sector industrial desperdiça 30% da água que lhe é destinada e na agricultura atinge os 40%, mas o INAG também quer reduzir aqueles valores para 15 e 35%, respectivamente. Também presente no encontro, o director da Agência Nacional de Águas do Brasil (ANA), José Machado, referiu que 12% da água doce do mundo se encontra naquele país. “É necessário superar alguns problemas no Brasil, nomeadamente, acabar com o uso irracional e o desperdício de água e com a poluição nas regiões mais desenvolvidas”, defendeu. Fonte: RTP

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O papel dos caçadores de defeitos em informática

Um defeito no processo pode levar um projeto inteiro por água abaixo. “Qualidade não se propaga, o que se propaga é o defeito”, observa Marco César Bassi. “Se o processo tem qualidade em vários aspectos, mas tem um defeito no meio, o que vai chegar ao final é um produto defeituoso do mesmo jeito”, afirma. Bassi é o presidente e fundador do Grupo HDI, empresa que nasceu em 1990 com foco no desenvolvimento de software e logo mudou de mercado, passando a atuar com testes de software. Apesar de não ser muito grande, a empresa tem chamado a atenção pelo fato de operar em uma área onde praticamente não tem concorrente: a alta automação de softwares. Fonte: B2B

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Certificação de códigos de barras e databar são temas na 42ª Convenção ABRAS

O Sistema GS1 é um programa para corrigir erros na impressão dos códigos de barras, minimizando prejuízos às lojas e aos consumidores. No final do mês, realiza-se em São Paulo a 42ª Convenção ABRAS – fórum de líderes do sector supermercadista, onde serão debatidos os processos de automação das cadeias de suprimentos. O sistema é usado por milhões de empresas no mundo todo, nas áreas de varejo, saúde, embalagem, transporte, alimentação, têxtil, dentre outras. O Brasil possui cerca de dois milhões de produtos codificados com essa ferramenta. A GS1 Brasil divulgará duas ferramentas lançadas recentemente pela entidade - o Programa de Certificação de Códigos de Barras e o código DataBar. O primeiro foi criado com o intuito de corrigir possíveis erros na impressão dos códigos. Ele irá verificar e atestar, por meio do Laboratório de Verificação da entidade, a qualidade dos códigos aplicados a itens comerciais e unidades logísticas. O varejo perde, em média, 26% de produtividade em seus check-outs devido a problemas na leitura do código de barras. Numa loja com dez caixas, por exemplo, isso representa 4,6 horas por dia. Fonte: Revista Fator

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Fibras da Amazônia poderão ser usadas em polímeros

A Floresta Amazônica, devido à biodiversidade de plantas lenhosas e fibrosas, tem potencial para produzir fibras vegetais para a fabricação de polímeros através do Fênix Amazônico, projeto de construção de um ecossistema de empreendimentos sustentáveis na Amazônia. Alessandra Marinelli, da Universidade de São Carlos, descreveu o Fênix como um projeto de desenvolvimento de novas tecnologias para recuperação de áreas degradadas da Amazônia. “Existe um enorme potencial para a descoberta de fibras naturais com propriedades desejáveis, como resistência mecânica, estabilidade química e biológica, resistência ao fogo, leveza, resistência à abrasão e ao cisalhamento, entre outras propriedades de interesse”, referiu Marinelli. Fonte: Inovação Tecnológica

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Inovação e Risco Brasil são sinais do progresso brasileiro, mas…

O Brasil atingiu o “investment grade”, directamente relacionado com o chamado Risco Brasil  e a Rede Globo conseguiu atingir este grau de confiança para investidores do mercado financeiro passando  a ser uma das oito empresas brasileiras que atingiram tal estatuto. “O Brasil começa a dar sinais de ser uma economia confiável para que o capital estrangeiro comece a fluir com maior intensidade em nossa economia. Mas isso também nos mostra o outro lado da moeda, o lado das empresas que não estão nem perto deste nível de confiança”, escreveu Romulo Queiroz, no JC Online.

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Brasil: MPME com novo cenário para a competitividade 2015

Sebrae Nacional elaborou um programa, até 2015, para usar a qualidade, a inovação, as boas práticas e a criatividade como ferramentas para inserir as micro e pequenas empresas brasileiras num quadro global de competitividade. O organismo dispõe de recursos no montante de 12 milhões de reais. O gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae Nacional, Paulo Alvim, reconheceu que ser necessário mudar o perfil do pequeno empreendedor brasileiro para a meta seja atingida. No Ceará, por exemplo, os sectores contemplados serão a Biotecnologia, Tecnologia da Informação, Alimentos, Agronegócios, Agroenergia. Fonte: Diário do Nordeste

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Flexibilidade nas regras de segurança alimentar crucial para restauração

A breve aprovação por Bruxelas da flexibilidade no cumprimento das regras de segurança e controlo alimentar é decisiva para facilitar a actividade da maior parte dos estabelecimentos de restauração em Portugal. O secretário-geral da Associação da Restauração e Similares de Portugal (ARESP), José Manuel Esteves, explicou que o Parlamento Europeu “já percebeu a necessidade de flexibilizar a aplicação da lei” relativa à obrigatoriedade do sistema de Análise de Perigos e Controlo dos Pontos Críticos (HACCP) nas micro e pequenas empresas do sector. O sector espera agora que o assunto seja aprovado em conselho de ministros, acrescentou. A isenção de cumprir algumas regras não vai reduzir o nível de qualidade, de higiene ou de segurança que caracteriza o sector de serviço de alimentação e bebidas fora de casa em Portugal. Fonte: Visão

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Certificação de empresas que promovem os direitos humanos

O governador de São Paulo, José Serra, defendeu a criação de um sistema de certificação de empresas promotoras dos direitos humanos. Num discurso sobre a responsabilidade social das empresas e os direitos humanos, na capital paulista, ele sugeriu formas de  relacionar também “os violadores dos direitos humanos.” Para Serra, a responsabilidade social nas empresas é importante não só para a formação profissional dos quadros, mas sobretudo por estimular o respeito pela dignidade humana. Fonte: Agência Brasil

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Angola: Hotel recebe certificado de qualidade

O Hotel Continental foi distinguido com um certificado de qualidade pela Fundação Norueguesa de Certificação Internacional (DNV), em reconhecimento pela “excelência e eficiência” no seu funcionamento com uma contínua satisfação do cliente”. Este é o primeiro hotel angolano a obter a certificação DNV. Fonte: Jornal de Angola

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